Se eu podia não ser do contra? Poder, podia, mas não era a mesma coisa.
Já é da praxe eu gostar das coisas quando elas quase já passaram de moda, ou seja, algum tempo depois do que é considerado normal. Mas não sabia que isto iria acontecer com pessoas. Agora, no fim de sei lá quanto tempo de tentares ter algo comigo é que eu parei e pensei naquilo que seria bom para mim. Já o ano passado tinha pensado nisso, mas havia outros factores que não deixaram que isso acontecesse (a saber, a minha estupidez). Agora, que vi o que realmente perdi e deixei de lado, o futuro que me podias dar, a pessoa melhor que me poderia tornar, e tudo aquilo que poderíamos fazer (coisas que eu gosto e adorava fazer mais) e que era isso mesmo que eu necessitava agora! É certo que eu mereço o desprezo, as tampas e tudo que me estás a sujeitar. Já perdi a conta às vezes que te dei esperanças e no final te magoei. Fiz isto repetidamente. Desde o 8 ano, devia eu ter uns 13 anos. Eu lembro-me da carta que me escreveste, foste o primeiro por quem chorei, o sentimento não era muito grande mas sempre lá esteve. Pena só me ter apercebido disso agora. Quando perdi. Sempre disse que um dia gostava de te compensar, de te fazer feliz por todas as vezes que te deixei triste. Queria que isso fosse agora, mas nunca se tem aquilo que se quer, apenas aquilo que se merece. E eu, mereço isto.
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