1 de Agosto de 2016 Não sei se será o mês, se serão os astros, se será a minha cabeça e o meu coração. Às vezes acho que nunca se compreendeu bem o meu sentimento por ti. Nem tu, nem ninguém. Falam como se fosses uma pessoa normal, como se não tivesses significado nada. Mesmo tu, ages como se fosses normal. Se o fosses, eu não teria problemas em me dar contigo. Mas tenho. E és algo de que tenho de fugir, porque sei perfeitamente a bolha que me iria voltar a meter se tudo voltasse. Digo sempre isto, ninguém tem mais pena que eu. A sério. Ninguém tem mais pena de nós não termos dado certo. De não conseguir encarar-te como tal, como o tal. Da mesma maneira que te senti daquela vez que percebi o que sentia por ti. Olhar-te e ver a definição em pessoa. Olhar-te e pensar que não precisava de procurar mais. Olhar-te e ver o futuro. Pena amar com a cabeça e não amar com o coração. Seria tudo mais fácil. Seria tudo mais fácil se eu me conseguisse desligar de certas coisas. ...
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10 de Fevereiro de 2016 Começa a chegar um ponto onde não há volta a dar. A resposta é sempre um sim, por mais que eu queira dizer que não, por mais errado que seja. A parte de me fazer bem, de me soltar, de me livrar do resto do mundo, só piora quando acabando tudo, restam apenas os pensamentos maus, os remorsos daquilo que foi feito e não devia. E a parte do “nós” que já parece existir ainda piora toda a situação. Não consigo ver a situação com um final positivo. Mas tudo depende de mim. Não dá para ser mais do que é. Nem eu vejo tal desfecho, nunca me passaria pela cabeça. Mas há qualquer coisa, tenho de admitir. Mas não isso. E aquilo que há… aquilo que dá dá cabo de mim. É por isso que não consigo virar costas, dizer que não, negar que é bom. Se realmente o é, se eu gosto… Mas não posso. A balança tende a pender só para um lado, o errado.E mais uma vez, cabe-me a mim acabar com isso.
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24 de Julho de 2015 O sabor dos teus beijos, aqueles que estou acostumada e que sinto tanta falta. A sensação do teu toque a minha pele, aquele toque que me arrepiava e alertava todos os sentidos. O teu olhar, nesses olhos castanhos penetrantes onde eu me via tão feliz neles, onde eu me perdia na minha própria casa. A tua voz tão patética que me dava alento e que era tudo o que eu precisava de ouvir para tornar o meu dia feliz. A tua gargalhada que fazias quando gozavas comigo e aquela expressão quando era eu a gozar contigo. Era tudo tão bonito não era? Então porque não continua a ser? Porque não aceitamos o nosso fado, que só pode ser este, de nós dois, juntos? Deixa de ser totó sozinho e vem sê-lo comigo. Larga tudo que eu faço o mesmo. Vem ser feliz, vem esforçar-te para isso. Vamos deixar de ser teimosos e vamos, finalmente entendermo-nos. Vem, que eu estou aqui como sempre estive, como sempre estiveste e como sempre iremos estar, uma para o outro, para nó...