10 de Fevereiro de 2016
Começa a chegar um ponto onde não há volta a dar. A resposta é sempre um sim, por mais que eu queira dizer que não, por mais errado que seja. A parte de me fazer bem, de me soltar, de me livrar do resto do mundo, só piora quando acabando tudo, restam apenas os pensamentos maus, os remorsos daquilo que foi feito e não devia. E a parte do “nós” que já parece existir ainda piora toda a situação.
Não consigo ver a situação com um final positivo. Mas tudo depende de mim. Não dá para ser mais do que é. Nem eu vejo tal desfecho, nunca me passaria pela cabeça. Mas há qualquer coisa, tenho de admitir. Mas não isso. E aquilo que há… aquilo que dá dá cabo de mim. É por isso que não consigo virar costas, dizer que não, negar que é bom. Se realmente o é, se eu gosto… Mas não posso. A balança tende a pender só para um lado, o errado.E mais uma vez, cabe-me a mim acabar com isso.
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