Ultimamente tenho sentido uma nostalgia em relação a nós dois que nem sei de onde veio... Há muito tempo que não te vejo, talvez isso influencie... E depois sei (tenho quase a certeza) que quando acabar esta (mini)fase e voltar para o tal sítio, não vais lá estar, não devo voltar a ver-te brevemente, o que cria um misto de emoção em mim. Se eu pudesse, Ai! se eu pudesse voltar atrás no tempo! Ter-te outra vez a agarrar-me com aqueles abraços que só tu sabes (sabias) dar, olhar-te nesses olhos cor do mar que significavam tudo para mim e que nunca me mentiram, cada vez que os olhava era como se fosse uma declaração de amor, uma sensação tão reconfortante que me enchia o coração e todos os poros do meu corpo. Nessa altura eu era feliz. E muito. Ter-te, ter o homem, o amor da minha vida junto a mim, isso significava o mundo. Talvez, por isso, quando tudo isso acabou, fosse como se me tivessem tirado tudo debaixo dos pés, fiquei sem chão. E uma coisa tenho a certeza, seja de que maneira for, senti como se me tivessem arrancado o coração do peito, eu chorava agarrada ao meu próprio corpo numa posição fetal, como se estivesse a morrer de dores. E estava. Doeu tanto, mas tanto! Doía-me o peito, o coração. E tenho tantas saudades tuas, saudades desse tempo, dessa minha idade. E sei que tudo foi real, sabes porquê? Porque, naqueles raros momentos, em que cruzamos o olhar, vejo tudo o que vivemos passar em frente dos meus olhos. E sabes que mais? Adoro esse momento, mas mata-me por dentro.
Eu vou amar-te eternamente, tu e eu sempre irá fazer sentido, sempre seremos duas peças do puzzle.
O facto de sempre serem duas peças do puzzle, não significa que essas peças encaixem uma na outra.
ResponderEliminarBem (agora que li o texto com mais atenção), mais ou menos.
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