20 de Abril de 2015

Há coisas que não consigo compreender, coisas que gostava que fossem mais simples mas há sempre uma certa teimosia em fazê-las da maneira mais complicada. Essas coisas lixam-me a cabeça, fazem-me dar voltas e voltas, questionar coisas sem qualquer ponto de interrogação, sem nunca, mas nunca obter uma resposta concreta. Talvez essa resposta não seja a melhor, ou aquela que eu preferia, mas tê-la seria sempre melhor do que viver na incerteza, na nossa incerteza. Pedes-me para ir ter contigo, vens ter comigo quando sou eu a pedir, mas e depois? Como fica tudo o resto? Estou completamente cega por ti, já não raciocino. E se soubesse que havia algo no final, estaria bem, assim nem sei como estou. És tu. É contigo que quero estar, que quero ficar. Como já o disse, és o homem da minha vida, mas não sei se o serás futuramente. E vivo na incógnita, na tua, na minha e na nossa.

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